08/05/2020 – CABOS PROSOLAR FV – PAINÉIS FOTOVOLTAICOS

CABOS PROSOLAR FV – PAINÉIS FOTOVOLTAICOS

 

➡️ Indicados para ligações de painéis fotovoltaicos, os cabos PROSOLAR FV, aliam a confiabilidade nos sistemas de geração fotovoltaica a possibilidade de trabalho em faixas de temperaturas extremas.

 

➡️ Compostos com materiais livres de halogênios, evitando assim a emissão de fumaça corrosiva em casos de incêndio.

Ainda contam com excelente flexibilidade, facilitando o manuseio durante a instalação.

 

➡️ Todas essas características possibilitaram que desenvolvêssemos um cabo solar com garantia de um longo período de funcionamento..

 

💻 Quer saber mais? Entre em contato através do nosso site: www.conduspar.com.br

 

22/04/2020 – 100 Leitos em 40 dias

Compartilhamos nossa alegria em fornecer condutores elétricos para a finalização desse projeto. É essencial a participação de todos em ações que melhorem as condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais de saúde.

Nós da Conduspar nos comprometemos com a sociedade e não poupamos esforços para assumir nossa responsabilidade junto aos nossos stakeholders e todas as pessoas que estão sendo impactadas nesse momento. Sendo assim, não poderíamos ficar de fora no apoio a esse projeto que traz muitos dos valores que compartilhamos em nossa empresa.

Juntamente com @TecverdeEngenharia, estamos trabalhando na construção de uma unidade permanente destinada ao atendimento dos pacientes da Covid-19, que ficará anexa ao hospital Municipal M’Boi Mirin, na zona sul de São Paulo.

Lembrando que todas as medidas de proteção estão sendo tomadas para garantir a segurança e a manutenção da saúde de nossos colaboradores, dos profissionais de logística e todos envolvidos nesse projeto.

14/04/2020 – Uma Empresa 100% Brasileira

Somos uma indústria de condutores elétricos em cobre e alumínio, há 34 anos no mercado, estamos presente na maioria dos segmentos de energia elétrica e telecomunicações.

Contamos com um amplo portfólio de cabos de energia em cobre e alumínio, até 69kV, todos produzidos em nossa fábrica de São José dos Pinhais, Paraná.

Com mais de 54.000 m² de área fabril, contamos com estrutura logística para atender todo o mercado Brasileiro e da América Latina. Localizados estrategicamente ao lado das principais rodovias do país e próximo ao Porto de Paranaguá, além de estarmos à 10 minutos do Aeroporto internacional de Curitiba.

Estamos em constante busca pela excelência em logística e o compromisso com o atendimento das expectativas dos clientes, contate um dos nossos representantes e confira nosso atendimento!

16/09/2019 – Operação «Resistência Elétrica» do Ipem-SP reprova fios e cabos elétricos

Fios e cabos elétricos estão entre os materiais mais importantes que formam a instalação elétrica de um imóvel. Risco da compra

de um material inadequado pode levar ao superaquecimento da fiação elétrica e provocar incêndio

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado que tem como finalidade proteger o cidadão, realizou a operação especial “Resistência Elétrica” e encontrou irregularidades em fios e cabos elétricos apreendidos no comércio do Estado de São Paulo.

As equipes de fiscalização apreenderam mais de 327 quilômetros de fios e cabos elétricos irregulares. Ao todo foram 2.817 rolos de 100 metros cada e 34 bobinas de 500 metros. Segundo levantamento da área técnica do Ipem-SP, o material irregular corresponde a 22 empresas do país que produziram fios fora de normas de segurança.

Nesta operação, realizada de outubro de 2018 a agosto de 2019, foi possível detectar irregularidades na resistência elétrica no próprio local através de um equipamento portátil específico. Após essa detecção é realizada a apreensão ou interdição cautelar dos produtos e realizada nova avaliação para confirmação do resultado já em laboratório próprio.

Os fios e cabos elétricos estão entre os materiais mais importantes que formam a instalação elétrica de um imóvel. Eles são os responsáveis por levar a energia desde o ponto de entrada até os pontos de utilização como as tomadas e os interruptores. Para que a instalação seja segura e funcione corretamente é importante que as características dos cabos elétricos estejam em conformidade com os requisitos exigidos pela legislação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), órgão na qual o Ipem é delegado no Estado de São Paulo.

O ensaio de Resistência Elétrica é um dos principais parâmetros de qualidade dos cabos elétricos. Cada seção nominal (bitola) impressa na embalagem do produto corresponde a uma Resistência Elétrica especificada em normas para produção. Com esse parâmetro, é possível avaliar se a quantidade e qualidade do cobre utilizado foi adequado para a seção nominal (bitola) especificada na embalagem do produto. Quanto maior a Resistência Elétrica encontrada pior a qualidade do produto.

Quando um cabo elétrico possui em sua embalagem uma declaração do valor de seção nominal (bitola) mas na realidade esse valor é menor, induz o consumidor a comprar um produto inadequado para a utilização pretendida.

Um cabo elétrico mais fino do que o necessário terá maior resistência à passagem da corrente elétrica e assim quando vários aparelhos forem ligados à rede ao mesmo tempo ficarão submetidos a uma voltagem inferior àquela para a qual foram projetados, ocorrendo mau funcionamento desses aparelhos. Esse aspecto também poderá contribuir para um superaquecimento da fiação elétrica e inclusive podendo levar a um incêndio, até de enormes proporções, colocando vidas e patrimônios em risco.

Durante a operação “Resistência Elétrica” foram analisados cabos elétricos originados de 36 empresas, sendo que produtos de 22 empresas apresentaram resultados na resistência elétrica acima do permitido. Sendo que a grande maioria apresentou erros muito acima do permitido, chegando como exemplo um absurdo de 201% acima do tolerado em uma das amostras. A grande maioria dos produtos possuíam o selo do Inmetro, ou seja, as empresas fabricantes passaram pelo processo de certificação e foi comprovado que possuíam a capacidade de produzir cabos elétricos em conformidade com a legislação, porém esses resultados demonstram que tais empresas em sua rotina de trabalho, mesmo tendo capacidade técnica, não cumpriram com suas obrigações, colocando em risco todo consumidor usuário desses produtos e caracterizando assim uma não conformidade fraudulenta.

Diante desse cenário a ação do Ipem-SP terá a seguinte sequência: abertura de processo administrativo com autuação que irá gerar multa; comunicação ao Inmetro para cancelamento da certificação e do registro do fabricante e a obrigação de “recall” por parte dos mesmos e, comunicação oficial ao Ministério Público Estadual sobre as irregularidades constatadas para possível abertura de ação civil pública.

Acesse aqui a tabela com os produtos regulares e irregulares.

As empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao órgão. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Orientação para o consumo
O Ipem-SP disponibiliza para download o Guia Prático de Consumo, que traz dicas ao consumidor sobre o que observar na hora da compra de diversos produtos entre eles, embalados, têxteis, eletrodomésticos, itens que devem trazer o selo do Inmetro e também a utilização de balanças disponíveis em supermercados, padarias, açougues e outros tipos de comércio. Para o download do guia acesse https://bit.ly/2Grx3KS. Conheça as demais publicações da instituição de orientação ao consumidor, acesse https://bit.ly/2DDMjRm

Ipem-SP
O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, cronotacógrafos (tacógrafos), capacetes de motociclistas, preservativos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para ouvidoria@ipem.sp.gov.br.

Fonte: Ipem-SP

02/04/2019 – Produção industrial sobe 0,7% em fevereiro, aponta IBGE

Por Bruno Villas Bôas | Valor
RIO – Após abrir o ano com queda mais forte que a prevista, a produção da indústria avançou 0,7% em fevereiro, na série com ajuste sazonal, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estimativa média de 23 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data era de um crescimento de 1,1%. O intervalo das projeções ia de queda 0,8% para alta de 2,7%.

O avanço praticamente recupera a queda de 0,7% do setor em janeiro, perante o mês anterior (dado revisado de queda de 0,8%). Em dezembro de 2018, a produção da indústria havia aumentado 0,3% (dado revisado de 0,2% de alta).

Quando comparada a fevereiro de 2018, a produção indutrial subiu 2%, ante expectativa de analistas de elevação de 2,4%. Por essa base de comparação, o setor havia recuado 2,6% em janeiro (dado revisado de baixa de 2,4%).

O setor acumula agora queda de 0,2% no ano e expansão de apenas 0,5% em 12 meses.

Categorias
Os bens duráveis e de capital foram os destaques positivos da produção industrial de fevereiro, puxados pelo melhor desempenho das montadoras de automóveis e caminhões no mês.

A produção de bens duráveis avançou 3,7% entre janeiro e fevereiro. Quando comparado ao segundo mês de 2018, o avanço de bens duráveis foi de 5,3%.

Em relação aos bens de capital, o IBGE mostrou avanço de 4,6% de janeiro para fevereiro, pela série com ajuste sazonal. A produção desses bens cresceu 7% na comparação ao mesmo mês do ano passado. Em 12 meses, a alta é de
5,6%.

«Cada uma dessas duas grandes categorias pesam algo como 15% da pesquisa e como tiveram taxas elevadas foram importantes para o avanço da indústria no mês», disse André Macedo, gerente da Pesquisa Industrial Mensal Produção
Física (PIM-PF).

Os bens intermediários, por sua vez, tiveram queda de 0,8% em fevereiro. Na comparação a um ano antes, houve baixa de 0,4%. Neste caso, o resultado é influenciado tanto pela queda da produção de minério de ferro quanto de
petróleo.

Já a produção industrial de bens semiduráveis e não duráveis subiu 0,7% em fevereiro. Ante o segundo mês de 2018, o avanço foi de 3,2%.

(Bruno Villas Bôas | Valor)

Fonte: Valor Econômico

13/03/2019 – Fonte solar fotovoltaica assume 7ª posição na matriz elétrica Brasileira e ultrapassa nucleares

O Brasil acaba de superar a marca de 2.000 megawatts (MW) de potência operacional em sistemas de geração centralizada solar fotovoltaica, ou seja, usinas de grande porte, conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).


Fonte: ANEEL/ABSOLAR, 2019. Última atualização 07/03/2019.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa, sustentável e cada vez mais competitiva, atingiu um total de 2.056 MW de potência instalada operacional, o equivalente a 1,2% da matriz elétrica do País. Com isso, passa a ocupar a posição de 7ª maior fonte do Brasil, ultrapassando a nuclear, com 1.990 MW (1,2%) provenientes das usinas de Angra I e Angra II, localizadas no Rio de Janeiro.

Para o Presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, a energia solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do Brasil. “A fonte contribui para a redução de gastos com energia elétrica, atração de novos investimentos privados, geração de empregos locais de qualidade, redução de impactos ao meio ambiente, redução de perdas elétricas na rede nacional, postergação de investimentos em transmissão e distribuição e alívio do sistema elétrico em horários de alta demanda diurna, como nos meses de verão”, destaca Koloszuk.

O Brasil possui hoje usinas solares fotovoltaicas de grande porte operando em 9 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País, com destaque para Bahia, Minas Gerais e Piauí.


Fonte: CCEE/ABSOLAR, 2019. Última atualização 07/03/2019

Segundo o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, o Brasil possui atualmente 73 projetos de geração centralizada solar fotovoltaica em operação, contratados por meio de leilões de energia elétrica do Governo Federal. “Desde o primeiro leilão federal realizado em 2014, o setor solar fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 10 bilhões em novos investimentos privados e dezenas de milhares de empregos locais de qualidade. O Brasil tem um dos melhores recursos solares do mundo e estamos apenas começando a aproveitá-lo”, projeta Sauaia.

Competitividade em ascensão

A fonte solar fotovoltaica tem apresentado forte queda de preços, o que permitiu que a tecnologia atingisse um novo patamar de competitividade a partir do leilão de energia nova A-4 de 2017. Desde então, a fonte tem ofertado energia elétrica a preços médios inferiores aos praticados por outras renováveis, como a biomassa e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).


Fonte: CCEE/ABSOLAR, 2018. Última atualização: 04/04/2018

Segundo o presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, o Governo Federal anunciou recentemente por meio de uma portaria do Ministério de Minas e Energia que fará seis novos leilões de energia nova nos anos de 2019, 2020 e 2021. “O setor solar fotovoltaico está preparado e a postos para participar de todos estes leilões, contribuindo para a expansão renovável da matriz elétrica brasileira a preços baixos. Já somos a segunda fonte renovável mais barata do Brasil e estamos prontos para ajudar o País a crescer com competitividade e sustentabilidade”, destaca Sauaia.

A ABSOLAR projeta que a tendência de redução de preços da fonte solar fotovoltaica deverá continuar pelos próximos anos, fazendo com que a fonte passe a assumir um papel de destaque cada vez maior na expansão da matriz elétrica nacional.

Fonte: Absolar

13/03/2019 – Produção industrial abre 2019 com recuo de 0,8%, aponta IBGE

A indústria brasileira produziu 0,8% a menos em janeiro de 2019, na comparação com o mês anterior, pela série com ajuste sazonal, conforme a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado devolve parte do avanço de 0,2% de dezembro de 2018.

O desempenho da produção industrial no início deste ano foi pior do que a média das expectativas de 24 analistas do mercado ouvidos pelo Valor Data, que previam recuo de 0,3% no período. O intervalo das projeções ia de queda de 1% a aumento de 0,7%.

Frente a janeiro de 2018, a produção das indústria industrial caiu 2,6%. Desta forma, o setor passou a acumular alta de apenas 0,5% em 12 meses, mantendo a perda de ritmo iniciada em julho do ano passado, indicou o IBGE.

Segmentos

A queda da produção industrial em janeiro foi disseminada entre as atividades que compõem o parque fabril do país – 13 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE tiveram queda no mês.

O maior impacto negativo veio do setor de farmoquímicos e farmacêuticos, cuja produção diminuiu 10,3% no início de 2019, em relação ao último mês de 2018. Segundo André Macedo, gerente da pesquisa, o comportamento está relacionado a uma empresa específica do setor.

«Uma fabricante mudou as férias coletivas de dezembro para janeiro. Isso fez com que o setor mostrasse um avanço maior em dezembro e agora uma queda em janeiro. Para além disso, é um segmento que tem tradicionalmente comportamento errático», disse.

Outras contribuições negativas importantes para o mês vieram das atividades extrativa (-1%), máquinas e equipamentos (-2,9%), celulose, papel e produtos de papel (-2,6%), coque e derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,8%) e outros equipamentos de transporte (-5,1%).

No campo positivo, o IBGE destacou o avanço de 1,5% na produção de alimentos, que acumulou 9,2% de alta nos últimos três meses. Esse resultado reverte parte da perda de 10,4% acumulada no período de julho a outubro de 2018.

Categorias

Na passagem de dezembro de 2018 para o primeiro mês deste ano, a produção da indústria de bens de capital recuou 3%. Frente a janeiro de 2018, o indicador mostrou baixa de 7,7%.

Segundo André Macedo, três segmentos foram responsáveis pela queda dos bens de capital: máquina e equipamentos (-2,9%), outros equipamentos de transporte (-5,1%) e a produção de caminhões.

«Na produção de caminhões, a queda está ligada à paralisação para férias coletivas. Também houve queda em máquinas agrícolas e bens de capital para indústria, segmento voltado à ampliação e modernização de fábricas», disse.

Ele acrescentou que o movimento de janeiro não é isolado. «São três meses de recuo de bens de capital, acumulando baixa de 10,2% no período. É uma categoria sensível ao ambiente, relacionado a investimentos que acontecem na economia», acrescentou.

Nos 12 meses até janeiro, a produção de bens capital segue em terreno positivo, com alta de 5,5% frente ao mesmo período do ano anterior.

Entre os bens intermediários, houve queda de 0,1% no mês em janeiro e de 1,3% perante um ano antes. Os bens de consumo semiduráveis e os não duráveis, por sua vez, registraram baixa de 0,4% e de 2,9%, respectivamente.

Quanto aos bens duráveis, a produção subiu 0,5% em janeiro, no comparativo com o mês anterior, mas teve decréscimo de 5,5% em relação a igual intervalo de 2018. Em 12 meses, a produção dessa categoria ainda acumula alta, de 5,8%.
Fonte: Valor Econômico

19/02/2019 – FGV: Economia cresceu 1,1% em 2018

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,1% em 2018, segundo o Monitor do PIB, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em dezembro, dado divulgado nesta terça-feira (19) que completa o cenário do ano passado, houve uma retração de 0,4%, tanto na série com ajuste sazonal (na comparação com novembro), quanto na série original (na comparação com dezembro de 2017), diz a FGV.

A indústria também apresentou retração nessas duas métricas (-0,8% e -3,1%, respectivamente). Na comparação com dezembro de 2017, além da indústria, também houve quedas expressivas no comércio (-2,6%), na formação bruta de capital fixo (-1,8%), no imposto (-1,7%) e, na importação (-6,8%).

Pela ótica da oferta, em base anual, apenas as atividades de construção e serviços de informação apresentaram retração quando comparadas com 2017 (-2,4% e -0,1%, respectivamente). Pela ótica da demanda, todos os componentes cresceram no ano, sendo a exportação o único componente a apresentar crescimento de 2018 menor do que o verificado em 2017.

Fonte: Valor Econômico